Mulher atropelada em Massagueira continua estável no HGE

Mulher atropelada em Massagueira continua estável no HGE

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Dayane Vital da Silva, 39, permanece sob os cuidados da equipe médica do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, quase uma semana depois do atropelamento em que foi vítima com os filhos no povoado Massagueira, em Marechal Deodoro.

O boletim médico fornecido pela assessoria do hospital, na tarde deste sábado, 14, mostra que Dayane continua na Área Verde, assim como divulgado nessa sexta. O quadro clínico é considerado estável.

“O Hospital Geral do Estado (HGE) informa que a paciente Dayane Vital da Silva, de 39 anos, segue internada na Área Verde e seu quadro de saúde é estável. Ela chegou no domingo (8), aproximadamente às 19h, após sofrer um atropelamento na AL-101 Sul”, diz o boletim.

A mulher de 39 anos e as crianças foram atingidas pelo carro de um turista de Minas Gerais no domingo do Dia das Mães. O filho mais velho dela, João Bernardo Borges da Silva, que tinha 6 anos, morreu no mesmo dia a caminho do hospital. Já o menino de 2 anos foi internado, mas recebeu alta médica durante a semana.

A Polícia Civil, que investiga o atropelamento, deve interrogá-la assim que estiver recuperada das lesões e liberada da unidade de saúde.

Protesto pela morte de João Bernardo – Na manhã dessa sexta-feira, 13, amigos e membros da família fizeram um protesto e bloquearam os dois sentidos da rodovia AL-101 Sul, próximo à entrada de Massagueira, para chamar a atenção das autoridades para que o caso não fique impune. 

Na ocasião, dezenas de pessoas colocaram fogo em pneus, colchões e móveis de madeira deixados no asfalto para o bloqueio da pista. O grupo também pediu segurança na localidade e a construção de uma passarela para evitar novos acidentes.

Joatan Borges, pai de Dayane, conversou com o TNH1 e desabafou sobre a espera pela recuperação da filha e sobre o estado do neto que sobreviveu. “A minha filha era totalmente atenta ao local, sempre esperava para atravessar. E mesmo assim ela foi atropelada […] O meu neto mais novo ficou traumatizado após o acidente. Ele fica o tempo todo falando do irmão que morreu. Ele repete diversas vezes “um carro bateu na mamãe”. Ele chora a todo momento querendo a mãe o irmão”, disse.

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