Politica

A linguagem é uma ferramenta poderosa que pode ser usada para influenciar a maneira como as pessoas pensam e se comportam. Os políticos usam a linguagem para comunicar suas ideias e políticas ao público e persuadir as pessoas a votar neles. No entanto, nesta corrida política, especialmente à presidência  da república, a linguagem utilizada tem sido mais afetiva e com requintes revolucionários. 

Analisando o primeiro discurso político de lançamento da campanha do candidato à presidência, oriundo da ala esquerdista, Luiz Inácio Lula da Silva, encontraremos a seguinte estrutura: uma breve abertura buscando recordações históricas do candidato e do Partido, buscando através da nostalgia comunicar-se com aqueles que outrora presenciaram os movimento revolucionários surgindo, com as invasões de propriedades privadas. Em seguida, há apresentação de pautas como defesa da “democracia”, defesa das mulheres, e o alvo do discurso são os jovens, filhos dos prováveis nostálgicos que ali estariam ou assistiram. Depois disso, começa então, uma apresentação antitética onde mostrando as possíveis conquistas do partido e do candidato, prega-se necessidade de, “amor, qualidade de vida,” enquanto que no mesmo instante denigre-se o seu oponente demonizando-o com termos como, fariseu, hipócrita e genocida, e consequentemente se apresentando como a solução do problema imaginado pelo próprio candidato que não é a realidade factual, onde o mesmo sem considerar realidade histórica, esquece que na verdade não esconde que seu oponente, atual presidente da república Jair Messias Bolsonaro, passou de candidato á presidente exatamente porque a população brasileira via nele a solução para o maior problema da nação, que era e é o Partido dos Trabalhadores e seus ideais. 

Esta forma de linguagem, empregada pelo candidato a presidente da república do  PT (Partido dos Trabalhadores) Lula é usada para criar uma resposta emocional nas pessoas, levando as pessoas a odiar seu oponente Jair Bolsonaro, para levá-las a apoiar o seu partido, e claro seu candidato. Por exemplo, dentro do discurso do candidato usa-se da linguagem patriótica, com dados estatísticos, para apelar ao sentimento de orgulho nacional das pessoas, mesmo que seu partido na verdade trabalhe para implantar ideologias globalistas e antinacionalismo. Por isso, Lula utiliza-se da linguagem que desperte na população o medo com relação à pessoa do presidente atual, Jair Messias Bolsonaro, para fazer com que as pessoas se sintam mais inseguras e mais propensas a votar nele.
O Lula também usa a linguagem revolucionária no seu discurso para distorcer os fatos e fazê-los parecer mais positivos, deixando encoberto sua própria agenda.  Por isso a falta de argumentos lógicos que apresentem propostas e medidas para problemas reais da sociedade. Não havendo plano de governo, e propostas nunca haverá queixas ou acusações de improbidades ou crimes de responsabilidades. Por exemplo, Lula geralmente usa eufemismos para fazer com que as políticas controversas como o aborto, roubos e liberalização das drogas, pareçam mais palatáveis ​​para o público, ou como ja foi dito utiliza-se linguagem carregada de adjetivos negativos, como por exemplo em uma propaganda diz que seu adversario declarou que, “comeria carne humana”, para fazer seu oponente Jair Bolsonoro parecer ruim, despresível diante da sociedade.

Então, a linguagem é uma ferramenta muito importante, e perigosa na política, e é algo que os políticos usam com muito cuidado para tentar ganhar vantagem sobre seus oponentes. E mais que isso, para tentar modificar a realidade e provocar uma confusão alucinógena na mente do eleitor que está ouvindo ou vendo no palanque. Por exemplo, Lula falando sobre, “verdade, justiça, inocência, paz e amor”, faz com que os eleitores olhem para ele e não acreditem que o fato relatado por tvs e jornais, que existem três mil evidências onde comprovam pagamentos em dinheiro, depósito bancário e imóveis para o ex-presidente, e ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, e seu parentes. Por isso, preste bem atenção no que ouve, e como ouve, pois a linguagem política pode te fazer ser verde por fora, mas vermelho por dentro.

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